O que tem o obrigado a pensar em alternativas para poder jogar da maneira que gosta: com liberdade e criatividade.
- É sempre assim. No jogo com a Caldense teve o número 7 (o volante Mário) que ficou só comigo, quando eu estava com a bola e também sem ela. Tenho que pensar em um plano B, preciso fugir dessa marcação. Tenho que treinar para isso. Sei da minha importância para o time e não posso ficar parado. Ficar os 90 minutos com um homem perto não é bom - disse, entre risadas.
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